Hoje eu me sinto como a autêntica Monalisa novamente, ou melhor dizendo tão sozinha quanto ela sempre é.
O meu "carinha", o carinha novo de Bayeux, é lindo e fofo. Às vezes o seu olhar apertado demonstra tanto carinho que me deixa envergonhada, seu sorriso meio de lado e sua forma de participar da minha vida é tão engraçada. Me chama pelo nome composto, sabe o meu aniversário e até o meu endereço, será mesmo que só por isso andamos de mãos dadas? Acho que não! Somos muito parecidos... tão incrivelmente carentes e incrédulos no amor... tão soltos e presos... tão responsáveis e irresponsáveis... tão impulsivos e controlados. Onde vamos parar com tanto jogo de sedução? Não seria necessário doses de vodka a mais para embalar o romance ou a menos para a gente conseguir se ver sem ressaca. Entender é difícil mas eu mudei. E a impressão que tenho que mesmo antes de conhecê-lo direito já sei como se escreve e terminam essas histórias.
Você é o mesmo, o mesmo que todos os outros sempre são e tudo isto faz tanto sentido que não me empolga mais. É bom estar contigo, só não sei até quando!
Abs.
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