Talvez eu esteja confusa, sem entender muito o contexto. Me sinto sozinha mas dessa vez é diferente pois estou solitária, os dedos da primeira mão estão sobrando. Há defeitos aceitáveis e ingratidão não é um deles, essa atitude é tão mesquinha que eu nem queria dá muita atenção. Sendo assim vou seguir certos conselhos ingratos e começar a estabelecer prioridades, permanecer onde estou e ser principalmente estratégica, parar de me comportar como menina, começar a mostrar que essa mulher aqui têm muito mais fibra do que se imagina. Pedir força na hora do desespero é pedir demais para quem te trata com indiferença ou afago quando decide que quer sua presença ali. Quem sou eu para me desdobrar em tantas, né? Tenho que começar a pensar em respirar - a patinar e lapidar as pernas, eu nem sou tão fútil porém em certas horas é melhor estar no salão de beleza do que dependendo seu tempo para quem não reconhece ou lhe usa quando bem entender. Se eu não sou o que querem a ti não poderei fazer nada, o valor só é dado aos vizinhos - Isso não acontece em mim.
Quero encontrar muitas filas engraçadas, pessoas bizarras outras quem sabe legais, conversar e do contrário da viagem antepenúltima não tenho intenções de encontrar um menino lindo daquele porte. Continuar a ser livre, beijar por satisfação e consideração. Entre conselhos e desconselhos, meu "namorado" continua no seu devido lugar e meu compromisso ninguém encontrou ainda mas meu plano não saiu da cabeça. Minha aliança está intacta. Voltarei nova, vou rever valores - fica vendo!
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